Faltando um mês para o início do Rock in Rio 2026, artistas confirmados e a organização compartilharam nesta terça-feira (04) expectativas para o festival e revelaram curiosidades sobre os preparativos da Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Com a montagem em ritmo acelerado, o espaço se prepara para receber 190 shows e mais de 1.300 artistas ao longo de sete dias de programação.
Enquanto a estrutura do evento ganha forma, atrações que integram o line-up destacaram a ansiedade para subir aos palcos com apresentações inéditas e criadas especialmente para o festival. Ao mesmo tempo, a produção artística revelou detalhes da operação responsável por receber centenas de artistas nos bastidores.
Artistas antecipam apresentações exclusivas
GIU, que se apresenta em 4 de setembro ao lado de Carola, afirmou que vive a expectativa para a estreia no festival. “Vocês não fazem nem ideia (da expectativa), sério. É muito legal também dividir isso com uma amiga. Vou fazer um back to back com a Carola, e estamos conseguindo fazer uma curadoria legal para este show.”

No Palco Sunset, Os Garotin dividem o palco com Duquesa em um encontro criado especialmente para o Rock in Rio. “Para a gente é uma honra. O Rock in Rio é história da música brasileira. Para as novas gerações, o conselho que a gente pode dar pra quem tá chegando é que a gente não pode ir pro futuro da música sem pensar no que já foi feito”, antecipam os meninos.
Celo Dut também prepara um espetáculo exclusivo para abrir a programação do Palco Supernova em 12 de setembro. “Junto com o Marcelo de la Mare, que é meu parceirão nesses momentos, a gente quer gerar um show que tenha como principal ideia um impacto musical mesmo. Então, a gente tá enxergando o tempo de performance não como um show, mas como uma única música, um único tom. A intenção é trazer esse impacto, esse oxigênio”, afirma o artista.
No encerramento do festival, DENNIS promete transformar o Espaço Favela em uma homenagem à trajetória do funk. “Eu costumo falar que o Espaço Favela é uma obra de arte. Vou criar uma história do funk. Confesso que eu sempre monto o show um mês antes. Estava conversando com o Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World, sobre algumas ideias. Vamos trazer algumas coisas bacanas, contar um pouco dessa história”, revela o DJ.

Bastidores e montagem entram na reta final
A organização informou que a operação de bastidores mobiliza mais de 300 profissionais para atender demandas de produção, logística, hospedagem, transporte e camarins. Ao todo, cerca de 10 mil pessoas devem circular pela área de backstage durante o festival, que contará com 88 camarins distribuídos em uma estrutura de mais de 260 contêineres.
Segundo a diretora de Produção Artística da Rock World, Anna Clara Chermont, os pedidos relacionados ao bem-estar ganharam espaço entre as exigências dos artistas, com solicitações frequentes de incensos, velas aromáticas e óleos essenciais.
“O festival estima que 10 mil pessoas vão passar pelos backstage, por todos os camarins, entre os palcos… É uma operação bem robusta. A gente já está com um time de mais de 300 pessoas contratadas para receber e operacionalizar todas as demandas entre técnica, camarim, hotel, transporte terrestre, vistos, contratos, entre diversas outras demandas que surgem. Inclusive, na parte de camarins, que é algo que desperta bastante curiosidade das pessoas, o que a gente observa, nos últimos anos, é uma tendência alta do wellness. A gente já estima que muitos incensos, velas aromáticas e óleos essenciais serão pedidos pelos artistas”, destaca Anna Clara Chermont.
A Cidade do Rock também segue avançando na montagem. O Palco Mundo já recebe os painéis de LED que farão parte da cenografia, enquanto o Palco Sunset, o Global Village e o Espaço Favela entram na fase final de preparação para receber o público entre os dias 4 e 13 de setembro.
