Na última sexta-feira (29), Sabrina Carpenter lançou Man’s Best Friend, seu novo álbum de estúdio, com 12 faixas que exploram a vida amorosa da cantora de 26 anos de forma franca e bem-humorada.
O disco apresenta diferentes fases de relacionamentos: em “House Tour“, Sabrina convida de forma provocativa um pretendente para entrar após um encontro, embalado por uma batida disco dos anos 1980.
Eu só quero que você entre (entre)
I just want you to come inside (come inside)
Mas nunca entre pela porta dos fundos
But never enter through the back door
Em “Nobody’s Son“, a cantora aborda os desafios de ser sempre a terceira pessoa na relação.
Todos os meus amigos apaixonados e sou eu que eles chamam pra ser a vela
All my friends in love and I’m the one they call for a third-wheelingNão sobrou o filho de ninguém, ninguém em quem eu possa confiar
There’s nobody’s son, not anyone left for me to believe in
Em “We Almost Broke Up Again Last Night“, Sabrina narra os altos e baixos de romances intermitentes.
Nós transamos e depois fizemos as pazes, é isso mesmo
We had our sex and then we made amends, that’s right
Disse pra todos os nossos amigos que foi alarme falso
Called it a false alarm to all of our friends
E aí nós quase terminamos de novo ontem à noite
Then we almost broke up again last night
Letras ousadas e críticas à capa do álbum
Apesar das histórias de desilusões amorosas, o álbum mantém uma sonoridade animada, inspirada em Abba, Dolly Parton e na própria trajetória anterior de Sabrina Carpenter, trazendo um clima divertido e atrevido.
Quase todas as músicas incluem duplos sentidos ou insinuações sexuais, muitas vezes com tom cômico, mas a mensagem é clara: “O romance moderno é difícil. Os homens são chatos, imaturos ou instáveis, então você pode muito bem se divertir enquanto isso”, diz a cantora.
A capa de Man’s Best Friend gerou controvérsia nas redes sociais, mostrando Sabrina ajoelhada em pose de cachorro, com um indivíduo desconhecido puxando seu cabelo. A reação dividiu o público, com críticas sobre insensibilidade e questões feministas.
“Minha interpretação é estar no controle. Estar consciente da sua falta de controle e de quando quer estar no controle. Como jovem mulher, você percebe tanto quando está no controle quanto quando não está. E acho que algumas dessas situações são escolhas. Para mim, este álbum trata da humanidade de permitir-se cometer erros, sabendo quando você está… se colocando em uma situação que provavelmente terminará mal”, disse Carpenter ao CBS Mornings.
