O novo álbum de Taylor Swift, The Life of a Showgirl, chegou oficialmente às plataformas de streaming nesta sexta-feira (3), e, como era de se esperar, já está movimentando as redes sociais, os fóruns de fãs e, claro, as análises da crítica especializada. Com uma sonoridade que passeia entre o soft rock, folk pop e elementos teatrais, o 12º projeto de estúdio da cantora marca uma nova fase para a cantora.
Swift não economizou nos detalhes. Com narrativas que flertam com o imaginário dos palcos, misturando a figura da showgirl, o disco foi descrito pela Rolling Stone como o momento em que a cantora “dispara rumo a um novo patamar de estrelato… e acerta em cheio”. A publicação americana deu nota 100, a mais alta entre os veículos que já avaliaram o trabalho.
Já o The Independent (UK) considerou o álbum “um dos mais irregulares da artista”, mas ainda assim “tão cativante quanto ela sempre foi”, destacando a dualidade entre o brilho da performance e a vulnerabilidade por trás das letras. A nota ficou em 80, mesma avaliação do New York Times, que chamou o disco de “intimista e substancial, mesmo sem ser chamativo”, uma espécie de fusão evoluída entre os projetos Folklore e Evermore.
“The Life of a Showgirl” também recebe críticas negativas

O The Telegraph (UK) e o Los Angeles Times deram notas 60, citando que o álbum soa bonito e bem produzido, mas por vezes “confinado”, sem a ousadia de eras anteriores. Já o The Guardian, com a avaliação mais dura até agora (nota 40), disse que apesar de Showgirl não ser um álbum “terrível”, ele está “muito abaixo do que se espera de alguém com o talento de Swift”, e que deixa uma sensação de “algo faltando”.
Entre os fãs, no entanto, o disco já é tratado como mais um marco na carreira da cantora. Faixas como “Opalite”, “Ruin the Friendship”, “Father Figure” e a própria “The Life of a Showgirl” já são as favoritas dos fãs, enquanto teorias e interpretações correm soltas no X (antigo Twitter) e no TikTok.
