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Destaque

Samara Joy declara paixão pelo Brasil: “Estou ansiosa para sentir isso de novo essa energia”

Vencedora de cinco Grammys e uma das maiores promessas do jazz contemporâneo, fala sobre o Brasil e cita seus artistas preferidos.
Alexandre SantosAlexandre Santos27 de junho de 2025
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Foto: Divulgação

Em 2023, um nome inesperado brilhou entre os gigantes da música internacional: Samara Joy. Com apenas 24 anos, a cantora norte-americana venceu o Grammy na cobiçada categoria de Artista Revelação, desbancando nomes populares como Anitta, e consolidando-se como uma das maiores promessas do jazz contemporâneo.

Desde então, Samara vem acumulando prêmios e palcos importantes. Nesta sexta-feira (27), ela lançou “Flor de Lis (Upside Down)”, uma releitura emocionante do clássico de Djavan, cantada em português e com arranjo assinado pelo baterista Evan Sherman. A capa do single é uma pintura da artista brasileira Anna Cunha, completa a homenagem, celebrando a forte influência da música brasileira em sua obra.

E para alegria dos fãs, Samara Joy está de volta ao Brasil com dois shows imperdíveis. No dia 31 de julho ela se apresenta em São Paulo, na Cultura Artística, e no dia 2 de agosto é a vez do Rio de Janeiro, no Vivo Rio. Mas antes de passar por aqui, tivemos a oportunidade de conversar com a artista, sua paixão pelo Brasil e as diferenças do público brasileiro.

Já se passaram dois anos desde que você esteve aqui no Brasil, no C6 Fest, e eu gostaria de começar falando sobre esse momento. Você ganhou o Grammy de Artista Revelação em 2023, vencendo nomes como a Anitta. O que passou pela sua cabeça naquele momento? Como foi lidar com toda a repercussão?

Foi interessante porque eu estava lidando com muita coisa. Era muita atenção nova. E foi, obviamente, um prêmio muito importante. Acho que foi uma mensagem da Anitta ou um comentário em um dos meus posts com coraçõezinhos e tal. Ela foi totalmente tranquila. Então eu pensei: “Enquanto ela estiver tranquila, estou tranquila também.” Ela é uma artista incrível.

Naquela época, para cada comentário negativo que eu via, apareciam dez positivos. Isso me mostrou que, antes de tudo, eu não estou tentando tirar nada de ninguém ou tomar o prêmio de alguém. Definitivamente não foi para isso que entrei nessa.

Foto: Divulgação

E eu acho que o verdadeiro prêmio são os seus fãs. Receber esse tipo de amor e apoio dos fãs, que fazem sua carreira seguir adiante, que são como a força vital de tudo isso — manter uma carreira, fazer shows, ter pessoas aparecendo por você. É por isso que sou grata por ter fãs no Brasil que me apoiam e ainda se interessam por ouvir minha música, compartilhar com outras pessoas e aparecer nos shows, como no Rio e em São Paulo. Esse é o verdadeiro prêmio.

Essa é a sua segunda vez aqui no Brasil. A primeira foi no C6 Fest, em 2023. O que mudou na Samara desde então, como artista e como pessoa? Muita coisa?

Sim, muita coisa mudou. Eu estou com uma nova banda desde a época em que toquei no Brasil, são sete músicos. Nós temos composto muito juntos, feito arranjos. Eles têm escrito e moldado o som da banda.
Então acho que cresci muito como artista nesses últimos dois anos, e mal posso esperar para compartilhar isso e mostrar ao público do Brasil o quanto eu evoluí.

Soube recentemente que você está prestes a receber o Prêmio Ella Fitzgerald no Festival de Jazz de Montreal. O que esse reconhecimento significa para você, especialmente tão jovem e em um cenário em que o jazz continua sendo resistência?

Sempre é maravilhoso ser reconhecida pelos seus pares e pelas pessoas responsáveis por manter e elevar o legado de artistas como a Ella Fitzgerald. Então, o fato de que eles decidiram me entregar esse prêmio me dá o incentivo de que estou no caminho certo. Espero estar fazendo a coisa certa, e vou continuar seguindo nesse fluxo, criando músicas que tenham significado para mim e compartilhando isso.

Parabéns. O seu álbum Portrait tem apenas oito faixas, o que é incomum hoje em dia. Essa foi uma decisão artística consciente? Você acha que os álbuns deixaram de seguir fórmulas tradicionais? Podemos esperar uma versão deluxe no futuro? Qual foi a decisão por trás disso?

Acho que foi uma combinação entre a duração das músicas e o desejo de oferecer algo conciso, uma boa história. Pessoalmente, não sei se preciso de 12, 13 ou 14 músicas. Tem álbuns com 16 faixas, mas cada uma tem só dois ou três minutos. Enquanto isso, algumas das minhas músicas têm seis ou sete minutos.

Então, achei que oito faixas era a quantidade perfeita para compartilhar com o público, especialmente ao apresentar um novo som, com metais e arranjos. Foi uma introdução curta e perfeita. E espero que no futuro tenha mais músicas. Gravamos muitos novos arranjos, muita música nova. Então talvez vocês possam ouvir isso em breve.

Você pode compartilhar alguma dessas músicas novas aqui em São Paulo? Ou temos que esperar pelo novo álbum?

Não, definitivamente vou compartilhar algo em São Paulo. Talvez… eu estou aprendendo uma música nova — na verdade não é nova, mas é nova para mim — e sei que vou cantar essa em São Paulo.

Agora, falando sobre escolhas artísticas: você gravou Flor de Lis, do Djavan, com uma belíssima capa feita pela artista brasileira Ana Cunha. O que te tocou nessa música? Como é interpretar algo tão simbólico para o público brasileiro?

Eu ouvi essa música pela primeira vez cantada por uma vocalista de jazz, a Cecile McLorin Salvant. E, como eu estava dizendo, vi o Djavan se apresentar em São Paulo. Tive a chance de conhecê-lo. É uma música linda, e adorei a reação das pessoas quando a cantei. Tudo o que precisei fazer foi entregar o microfone, e todo mundo começou a cantar, sabiam todas as palavras.

Isso é especial para mim porque sinto que, na cultura americana, eu não poderia sair na rua agora e cantar uma música que todo mundo conhecesse. E sinto que, na cultura brasileira, isso acontece com quase toda música.

Qualquer música que eu pensar, todo mundo — seja criança ou idoso — conhece. Quis gravar por causa disso, porque me inspirou. E estou animada para ouvir todo mundo cantar de novo. Acho que nem estou vindo ao Brasil para cantar, eu só quero ouvir todo mundo cantando [risos].

Temos essa energia. A gente canta junto, grita e canta com o coração. É tão apaixonado. Tanto que na última vez que você esteve no Brasil, cantou Flor de Lis também no programa do Elvis Duran. Mas no Rio, você se emocionou com o público cantando junto. Qual foi o impacto dessa experiência para você? Você sentiu que há uma conexão diferente com o público brasileiro?

Foi tão bonito, porque quando eu vou para a Itália, França ou até a Grécia, sempre tento aprender uma música no idioma local para cantar. As pessoas normalmente não cantam junto, mas ficam gratas. Dizem: “Ah, que doce. Obrigado por fazer isso. Você respeita nossa cultura o suficiente para aprender uma música na nossa língua. É lindo.” No Brasil, eu nem precisei: só disse duas ou três palavras e todo mundo assumiu. Foi tão bonito. Estou ansiosa para sentir isso de novo essa energia, essa paixão.

Você precisa sentir isso. Aqui no Brasil, não temos muitos artistas internacionais que ficam aqui por muito tempo, com longas turnês ou divulgações. Então, quando temos, vivemos aquilo intensamente, como se fosse único. Por isso gritamos, cantamos, vivemos como se não houvesse amanhã. É um momento que fica marcado para a vida inteira.

Sim, com certeza. É como a Lady Gaga, vi que ela se apresentou para dois milhões de pessoas, ou algo assim. É um momento marcante. Então, temos que gritar e viver como se fosse o último dia. Brasileiros são assim.

Para encerrar, como você vê o papel da música brasileira no seu repertório e nas suas referências musicais? Existem outros artistas ou estilos do Brasil que você gostaria de explorar mais?

Sim. Eu amo artistas como Rosa Passos, Elis Regina e Gilberto Gil. Mas eu não conheço muito do sertanejo ou funk. Talvez eu me aprofunde mais nisso agora. Mas esses são os artistas que eu gosto.

Quando estiver em São Paulo, quero te mostrar algumas músicas, artistas de funk, artistas regionais. Tenho certeza que você ia amar. E o Gilberto Gil está em turnê de despedida aqui no Brasil. Espero que você consiga vê-lo ao vivo, é um show muito bonito e emocionante.

Eu espero que sim.

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Alexandre Santos
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Tenho 25 anos, sou repórter, publicitário e obcecado pela cultura pop.

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