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Crítica: Renee Rapp mergulha no pop rock e fala sobre seus relacionamentos em “Bite Me”

Dois anos após a sua estreia com Snow Angel, Renee Rapp retorna com Bite Me, lançado nesta sexta-feira (1º de agosto). O segundo álbum da cantora mostra não apenas sua consolidação no pop atual, mas também sua aposta mais ousada até agora: mergulhar sem medo na estética e sonoridade dos anos 2000. E isso fica claro já nas primeiras faixas e também no visual do projeto, que parece ter saído direto da prateleira onde vivem os álbuns de Ashley Tisdale e Ashlee Simpson.

Com 11 faixas, Bite Me é um álbum mais direto e com mais guitarra. Renee abre ainda mais sua vida pessoal nas letras, com muito deboche e também vulnerabilidade e fala abertamente sobre o fim do relacionamento com sua ex-namorada, mas também sobre o início de um novo amor com Towa Bird. A faixa “Shy” é o retrato mais doce e vulnerável dessa fase, que lembra inclusive alguma música perdida do primeiro disco da Vanessa Hudgens.

Entre os destaques, “Shy”, “Mad”, “Leave Me Alone”, “Kiss It Kiss It” e “At Least I’m Hot” formam a estrutura óssea do disco. Essa última, inclusive, tem tudo para se tornar o hino das gostosas no Instagram e no TikTok: é divertida, empoderada e feita sob medida para selfies e vídeos com legenda afiada. Renee entendeu a sua audiência e entrega com precisão.

O álbum encerra com “You’d Like That Wouldn’t You” que parece ter saído de algum filme da Lindsay Lohan com a Disney. E nós amamos isso!

Bite Me entrega hits, mas deixa a desejar em alguns momentos

No entanto, Bite Me não é um álbum sem falhas. Apesar da seleção de singles ser certeira, a ordem da tracklist talvez tenha prejudicado a fluidez da audição. O início é explosivo, com faixas que capturam de imediato, mas logo no meio, a balada “Sometimes” quebra o ritmo de maneira brusca. Ainda que a sequência retome a energia com “Kiss It Kiss It”, há um desequilíbrio que pode afetar a imersão.

Renee parece mesmo ter decidido seu caminho, algo que a gente também viu com outras artistas da geração dela. Olivia Rodrigo, por exemplo, saiu do pop triste mesclado com faixas barulhentas de “Sour” direto para fúria pós-adolescente em “Guts”. Tate McRae começou no pop rock e agora já flerta com o som sexy das Pussycat Dolls. Renee está encontrando seu meio termo: confessional, afiada e pronta pra dominar o palco com banda completa.

No fim das contas, Bite Me é aquele álbum perfeito para o verão no hemisfério norte (e pra gente aqui imaginar que tá lá, em alguma festa adolescente ou universitária). Ele não é revolucionário, mas é honesto, divertido e cheio de potencial.

Bite Me entrega hits, mas deixa a desejar em alguns momentos

70%
70%
Bom

Renee Rapp volta com Bite Me, seu segundo álbum, mergulhando de cabeça na estética e no som dos anos 2000 — com referências que lembram Ashley Tisdale, Ashlee Simpson e Vanessa Hudgens. Com 11 faixas e letras super pessoais, ela canta sobre términos, recomeços e seu atual namoro com Towa Bird. Destaques como “Shy”, “Mad” e “At Least I'm Hot” mostram sua versatilidade entre vulnerabilidade e empoderamento.

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