A morte trágica de Marília Mendonça, em novembro de 2021, deixou não apenas um vácuo no sertanejo, mas também um patrimônio estimado em R$ 500 milhões, segundo reportagens recentes de O Globo e Extra. A fortuna da cantora, adquirida em cerca de dez anos de carreira, alimenta especulações de que esse seja o núcleo da atual disputa pela guarda de seu único filho, Léo, de apenas cinco anos.
Atualmente, Léo tem a guarda compartilhada entre o pai, o cantor Murilo Huff, e a avó materna, Dona Ruth, que cuida dele desde o falecimento da cantora. Huff solicita agora a guarda unilateral e, embora muitos especulem que o objetivo seja a administração da fortuna, nem ele nem Dona Ruth confirmam essa motivação.

“Quanto ao patrimônio do Léo, podem ter certeza de que este está sendo muito bem protegido, inclusive submetido a prestação de contas na ação de inventário do patrimônio que a minha filha deixou, que está até hoje em andamento”, disse Dona Ruth no Instagram
Como está a divisão?
Segundo informações da imprensa, o patrimônio está distribuído da seguinte forma: 30% a Léo, 20% para a família (incluindo Dona Ruth) e os outros 50% permanecem com o escritório da cantora. Contudo, o inventário ainda não foi finalizado, o que impede o acesso imediato aos bens.
Uma rifa organizada pelo Instituto Marília Mendonça gerou polêmica ao oferecer o violão e um carro da cantora como prêmios. Uma fã questionou se esses pertences não pertenceriam a Léo, ao que Dona Ruth respondeu: “tudo que ela deixou é meu”, em defesa da administração que faz uma declaração que reacendeu os rumores sobre os bastidores da disputa pela tutela.
E se Murilo Huff assumir a guarda?
Hoje, como Dona Ruth é tutora legal dos bens de Léo, ela controla o patrimônio até que ele atinja a maioridade. Se Huff conseguir a guarda exclusiva, passará a supervisionar os bens, o que, segundo fontes, motivou a mudança na estratégia judicial.
Enquanto isso, Dona Ruth segue reafirmando que tudo está sendo feito para proteger o legado de Marília e garantir o bem-estar do neto, enquanto Huff insiste na guarda exclusiva. A batalha ainda corre em segredo de Justiça.