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Originais

Os 10 maiores sucessos de D’Angelo

Ícone do neo-soul, artista norte-americano uniu sensualidade, fé e protesto em uma obra breve, mas profundamente influente
João Vitor TrindadeJoão Vitor Trindade15 de outubro de 2025
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Foto: Reuters / Shannon Stapleton

A morte de D’Angelo, confirmada nesta semana aos 51 anos, encerra uma das trajetórias mais singulares da música negra contemporânea. O cantor, compositor e produtor norte-americano não precisou de uma discografia extensa para redefinir o R&B. Com apenas três álbuns de estúdio, construiu um legado de pura intensidade espiritual, sensual e política.

Do calor íntimo de Untitled (How Does It Feel) à urgência social de The Charade, D’Angelo deixou faixas que moldaram uma geração inteira. Relembramos aqui dez canções essenciais que ajudam a entender por que ele foi chamado, com justiça, de “o arquiteto sonoro da geração Black X”.

Aqui estão dez faixas fundamentais da carreira dele: 

1. Lady (1995)

Logo em seu álbum de estreia, Brown Sugar, D’Angelo irrompeu na cena com algo novo: uma mistura sedutora de R&B com resquícios fortes de hip-hop, alicerçada por uma sensualidade discreta. Lady é como uma celebração calma de uma conquista afetiva, não a busca apaixonada, mas o momento em que o desejo já foi saciado.

2. Higher (1995)

Também de Brown Sugar, esta música encerra o álbum com espiritualidade. É um híbrido brilhante entre o sagrado e o profano, como se a música de domingo de manhã se encontrasse com o leve sussurro do quarto.

3. Devil’s Pie (2000)

Saindo de Voodoo, Devil’s Pie mostra outro lado de D’Angelo: o crítico e engajado. Com ritmo denso, vocais sobrepostos e metáforas poderosas, a canção é um grito sobre as tentações do consumismo, da ganância, de tudo que distorce valores humanos. Ele reflete sobre o capitalismo racial e o desejo desenfreado pelo materialismo.

4. Untitled (How Does It Feel) (2000)

Uma das músicas mais icônicas do artista. Tanto o som quanto o videoclipe evocam Prince, particularmente na forma como mescla sensibilidade erótica, desejo e intimidade.

5. Africa (2000)

Uma composição de afeto paterno e herança cultural, Africa é também uma reflexão sobre ancestralidade e identidade. D’Angelo conversa com seu filho e com uma história muito maior: a diáspora africana, a descendência, o legado. 

6. Ain’t That Easy (2014)

Com Black Messiah, D’Angelo retorna depois de longos anos com uma música que nos arrasta para embates pessoais e sociais. Ain’t That Easy abre o álbum com densidade sonora baixo presente, percussão marcante e fala de relações que estalam, de abandono, de promessa e dor.

7. The Charade (2014)

Uma das faixas mais poderosas no quesito protesto musical. The Charade não se rende ao conforto: confronta, denuncia, questiona. Como se D’Angelo usasse cada nota para rasgar silenciosamente a negação e insistir no reconhecimento das injustiças raciais.

8. Really Love (2014)

Aqui ele mostra outro lado: o romântico terno, quase cinematográfico. Really Love é uma serenata em grande escala, com cordas, uma fala em espanhol abrindo espaço para o afeto e a reconciliação. 

9. Prayer (2014)

Essa música mistura espiritualidade, política e expressão visceral. Prayer é resistência: oração cantada, chamada para persistir. A batida, os instrumentos, o coro (“Lord have mercy”) evocam cenários de luta, fé, esperança.

10. Nothing Even Matters — Lauryn Hill com D’Angelo (1998)

Embora seja uma colaboração, essa faixa exemplifica o encontro de dois gigantes do neo-soul. Há delicadeza, ternura, leves profundezas.

D’Angelo morte r&b
João Vitor Trindade
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Nascido em 2003 na cidade de São José dos Campos, estudante de jornalismo na Univap. Apaixonado por música, filme, teatro e tudo que envolva cultura, dedica-se também à fotografia. É escoteiro e atua em diversos projetos voluntários, experiências que enriquecem para ele é um dos pontos que o motivam na carreira jornalística.

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