A Diageo anunciou Michell Agues como o grande campeão da etapa nacional da 17ª edição do World Class Brasil, a maior competição de coquetelaria do mundo. A final aconteceu na última terça-feira (12) no Rooftop do Hotel Fasano, em São Paulo, reunindo os principais nomes da coquetelaria brasileira em uma disputa marcada por criatividade, técnica e performance sob pressão.
Com duas décadas de trajetória dedicadas à coquetelaria e hospitalidade, Michell é sócio da Bar Skull, empresa de hospitalidade para bares, e está à frente da única escola de coquetelaria chancelada pela UFRJ, que já formou mais de 3 mil alunos. Ao longo da carreira acumula mais de 150 consultorias pelo Brasil e 14 títulos em competições internacionais. Após dois vice-campeonatos no World Class Brasil, em 2022 e 2025, ele finalmente chegou ao topo.
Agora, Michell representará o Brasil na final global do World Class, que acontece em setembro, na Escócia.
A competição

Um dos destaques desta edição foi o Speed Round, desafio que exigiu velocidade, precisão e consistência na preparação de cinco coquetéis clássicos em cinco minutos, cada um com uma marca do portfólio da Diageo. Confira os coquetéis preparados pelos três finalistas:
- Michell Agues (1º lugar) JW Black Label: Sidecar | Tanqueray 10: Gibson | Don Julio: El Diablo | Zacapa: Spice Daiquiri | Ketel One: Dutch Mule
- Luana Galdino (2º lugar) JW Black Label: Old Fashioned | Tanqueray 10: Army & Navy | Don Julio: Margarita | Zacapa: Dark & Stormy | Ketel One: Cosmopolitan
- Luis Fernando Chelmes (3º lugar) JW Black Label: Penicillin | Tanqueray 10: Fitzgerald | Don Julio: Paloma | Zacapa: Mojito | Ketel One: Vodka Martini
O júri contou com nomes de referência internacional, incluindo Stephanie Marinkovic (Fifty-Fifty), Ricardo Miyazaki (The Punch Bar e O Provador), o campeão sueco Michael John e Inés de los Santos (Conchinchina, Buenos Aires).
“O World Class existe pela crença de que a coquetelaria merece profissionais de alto nível, capazes de transformar cada drinque em uma experiência extraordinária. Ao longo dos anos, esse programa ajudou a elevar o padrão de toda a indústria, colocando o bartender brasileiro no mapa global da coquetelaria”, afirma Paula Lindenberg, CEO da Diageo.