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Mariana Santos, CMO da Budweiser, revela bastidores da ativação no Lollapalooza e o que vem por aí ao longo do ano

Presente no Lollapalooza Brasil desde 2018, a Budweiser chega à edição de 2026 com um desafio que se repete todo ano: como surpreender num festival onde já é figura carimbada? A resposta veio na forma de nostalgia, fitas cassete e um brinde que rapidamente se tornou o mais disputado do Autódromo de Interlagos, no último fim de semana.

A ideia nasceu de uma observação atenta sobre o comportamento da Geração Z e dos Millennials, que andam resgatando com força símbolos do passado, de iPods a fones de ouvido com fio. Conversamos com Mariana Santos, CMO da Budweiser no Brasil para saber um pouco mais sobre a atmosfera criada pela marca. “A gente percebeu essa trend que a gente está chamando de nostalgia. Mesmo as pessoas que não viveram algumas coisas de antigamente, hoje querem redescobrir”, conta.

Foto: Divulgação

Foi a partir daí que nasceu a Bud Mixtape Factory, desenvolvida em parceria com a agência B Ferraz. “A agência descobriu um fornecedor que faz esses mini gravadores de cassete. A fita funciona de verdade, você consegue gravar nele e ouvir nele também. A gente pensou que isso poderia ser um brinde bem especial para as pessoas levarem um pedacinho do Lolla, uma lembrança do Lolla 2026”, explica Mariana. O gravador ainda vira um chaveirinho, fácil de carregar para todo lugar, e a resposta do público foi além do esperado.

Espaço conta com diversas ativações e dois andares

O espaço de 750m² da marca foi desenhado do começo ao fim para quem está dentro do festival, com um objetivo claro. “A gente queria gerar um fomo em quem tá lá fora, observando quem tá aqui dentro. Então a gente tentou caprichar muito no brinde e caprichar muito no espaço”, afirma Mariana Santos. Totalmente coberto, o estande garante conforto independente do clima, e conta com a icônica arquibancada com vista privilegiada para o Palco Budweiser e DJs de selos paulistanos animando os intervalos entre os shows.

Outro ponto de atenção da marca nesta edição foi a estratégia em torno da Bud Zero, vendida pelo mesmo preço da versão regular. A aposta é que a cerveja sem álcool deixou de ser sinônimo de restrição para se tornar uma aliada de quem quer aproveitar o festival do começo ao fim. “Cerveja zero não é mais só sobre restrição. É muito mais sobre fazer o seu rolê durar mais. Num evento que dura tantas horas, ninguém quer se acabar logo de cara e perder o show que veio assistir”, explica Mariana, que também aponta uma aceitação surpreendentemente boa do público brasileiro à versão zero, contrariando estudos internacionais que apontam queda no consumo de cerveja entre jovens. “A gente não vê estudos que comprovem que o jovem brasileiro está de fato bebendo menos. E quando a gente vem para um evento como o Lolla, a gente vê que as vendas estão indo muito bem”, completa.

Bud presente em eventos na Copa do Mundo e nova atração do Bud Live

E o ano da Budweiser está longe de acabar. A marca confirmou presença nas festas da Copa do Mundo, com patrocínio de eventos pelo Brasil inteiro e participação na Arena Brasileira em São Paulo, que foi sucesso na edição anterior do torneio. Também está confirmada no jogo da NFL no Maracanã, em setembro, com o Dallas Cowboys. “Brasileiro torna qualquer coisa uma festa, então, a Copa do Mundo com certeza vai virar desculpa para muita festa”, brinca Mariana Santos. E, para fechar, a executiva ainda adianta que surpresas ligadas à música estão a caminho no segundo semestre. “Vai ter mais umas surpresinhas a ver com música acontecendo”, promete.

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