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Jovens brasileiros lideram consumo de música clássica, segundo estudo

Música clássica (Foto: Reprodução/Freepik)

Música clássica (Foto: Reprodução/Freepik)

Na última terça-feira (25/03), um relatório global apontou que jovens do Brasil estão entre os públicos mais engajados com música clássica no mundo, com dados coletados em dez países e divulgados na pesquisa da Fever. As informações são do CNN Brasil.

O levantamento, intitulado Classical Pulse 2026 e desenvolvido pela série de concertos Candlelight, analisou hábitos de mais de 8 mil pessoas adultas. Entre brasileiros das gerações Z e Millennials que já tiveram contato com concertos, 96% assistiram a pelo menos uma apresentação no último ano, índice que coloca o país em posição de destaque no consumo do gênero.

Estudo também revela forte conexão com a música clássica no Brasil

Cerca de 75% dos participantes afirmam possuir algum vínculo com esse universo, seja por atuação como estudantes, músicos ou por meio de relações próximas com pessoas envolvidas na área.

Os dados indicam transformação no comportamento do público mais jovem. No Brasil, 30% demonstram preferência por concertos que combinam diferentes estilos musicais, enquanto 29% optam por apresentações com recursos visuais. Outros 19% mostram interesse por locais alternativos, como museus e espaços históricos.

As plataformas digitais ocupam papel central na descoberta de concertos. Ao lado do México, o Brasil apresenta cenário em que redes sociais superam recomendações pessoais como principal meio de acesso a informações sobre eventos.

Mesmo com alto interesse, barreiras ainda limitam a presença em concertos. Entre pessoas que nunca participaram de apresentações, 42% apontam ausência de eventos próximos, 24% mencionam o custo dos ingressos e 18% relatam falta de conhecimento sobre música clássica.

Dennys Araújo avaliou o cenário em comunicado à imprensa:

“O que vemos no Brasil é uma reconfiguração da música clássica como experiência cultural e social”, afirmou. “Os dados mostram que, diferente de outros países, os jovens brasileiros estão fortemente envolvidos com o gênero. O principal desafio aqui não é despertar interesse, mas ampliar o acesso e adaptar a experiência para atrair novos públicos.”

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