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Jhimmy Feiches fala sobre novo álbum, parcerias e paixões em entrevista exclusiva: “Esse álbum me conecta com quem eu sonhava ser lá atrás”

Foto: Reprodução

Com um olhar maduro e uma nova abordagem sobre sua própria arte, o cantor e compositor Jhimmy Feiches celebra uma fase de transição em sua carreira com o lançamento de Bonito na Vida se Apaixonar, seu terceiro álbum de estúdio. Em entrevista exclusiva ao Conexão Pop, ele compartilha detalhes da produção do disco, revela bastidores das colaborações e reflete sobre sua jornada musical desde os primeiros passos em 2015.

A produção do novo álbum marcou um processo de renúncia de controle total, algo até então comum na carreira de Jhimmy. “Eu costumava manter o controle total de tudo que fazia: compor, produzir, pós-produção. Nesse terceiro trabalho, consegui me desprender disso e contar com outros compositores e produtores. Isso trouxe visões diferentes sobre o que é se apaixonar. O resultado ficou bem heterogêneo, do jeito que eu queria.”

Longe de uma estratégia convencional, o lançamento do álbum foi dividido em três partes. “Nunca tinha pensado em lançar em “drops” antes. Quando os produtores propuseram essa ideia, fiquei muito feliz. É como se fossem três lançamentos diferentes, com três abordagens para se apaixonar. A terceira parte, que sai agora, tem um tom mais melancólico e carinhoso.”

A conexão com Felipe Poeta, produtor do disco, também deu forma ao novo trabalho. “Conheci o Felipe há dois anos, quando ele veio ao Amapá com o Carlinhos Brown gravar um documentário. Ele se apaixonou pela cultura amapaense. Quando falei da ideia do álbum, ele já começou a rabiscar acordes. Foi uma conexão imediata.”

Outras colaborações marcaram a experiência coletiva do disco. Felipe Barros, Lastra e Mogli trouxeram perspectivas diferentes para as faixas. “O Mogli, por exemplo, sugeria mudanças que faziam total sentido. O Lastra produziu a faixa ‘Controlar os Laços’, que é bem diferente das outras, e trouxe uma visão pop essencial para o álbum.”

A novidade chega pouco tempo depois de Os Olhos Que Alguém Plantou, lançado no mesmo ano. “Foi uma experiência muito extrema. Esse disco é quase uma homenagem à minha família. A última faixa tem falas dos meus parentes, enviadas pelo WhatsApp. Eu precisava agradecer.”

Para Jhimmy, o novo trabalho é um reencontro com si mesmo

Foto: Reprodução

Com 11 anos de estrada, Jhimmy enxerga o novo trabalho como um reencontro. “Me sinto mais maduro e percebo como transformo meus sentimentos em música. Esse álbum me conecta com os primeiros lançamentos de 2015 e 2016, quando eu fazia pop mais universal. Gosto da ideia de descobrir quem eu sonhava que eu seria.”

Para o futuro, o artista planeja clipes, performances e shows, especialmente no Rio. “Esse álbum me trouxe outras paixões sobre as quais quero escrever. Sete faixas são muito pouco para descrever todas as formas de se apaixonar. Com certeza, vem mais por aí.”

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