O Instituto HEINEKEN, braço social do Grupo HEINEKEN, anuncia um marco relevante para a economia circular no Brasil: 233 toneladas de materiais recicláveis destinadas corretamente por meio de projetos de fortalecimento da atuação de catadores e catadoras em diferentes regiões do país.
O número ganha peso quando se olha para o que está por trás dele. Só durante o Carnaval de 2026, mais de 122 toneladas de resíduos recicláveis foram recolhidas nas ações apoiadas pelo Instituto, sendo mais de 79 toneladas em Olinda (PE), cerca de 40 toneladas em Recife (PE) e outras 2,3 toneladas em São Paulo (SP). Durante as ações, os trabalhadores receberam suporte com equipamentos de proteção individual, alimentação, transporte e kits de higiene. Em Recife e Olinda, a estrutura contou ainda com a Casa do Catador, espaço criado para oferecer refeições, banheiros e descanso durante a maratona carnavalesca.
“A reciclagem só acontece porque existe o trabalho diário dos catadores. Eles são protagonistas da economia circular do planeta, que começa no consumo e só se completa com o retorno das embalagens. O nosso papel é apoiar, estruturar e dar visibilidade a esse trabalho para que ele seja cada vez mais reconhecido e valorizado”, afirma Vania Guil, head do Instituto HEINEKEN.
Conexão Cidadã
Entre as iniciativas permanentes está o Conexão Cidadã, desenvolvido em parceria com a ANCAT (Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis). O projeto atua em Salvador e São Paulo com foco em acesso a direitos, saúde, assistência social e inclusão. Criado em 2023, já soma mais de 2 mil catadores atendidos, com mais de 2,9 mil cadastros realizados, 64 oficinas de formação e distribuição de mais de 700 kits de EPIs.
O impacto vai além dos números. Juliano dos Santos, participante do programa, conta o que a mudança representa no cotidiano. “Para nós, como catadores de reciclagem, é fundamental termos um uniforme e um equipamento, isso muda a forma como somos vistos pelas pessoas. Com as luvas, por exemplo, nós estamos protegidos das doenças e, o mais importante, passamos a ser respeitados pela sociedade”, relata.
