• Música
    • Entrevistas
    • Brasil
  • Marcas
    • Mercado
  • Shows
    • Eventos
  • Festivais
    • Rock In Rio
    • Lollapalooza
    • The Town
    • Rock The Mountain
  • Coberturas
  • #MadeByCP
Menu
  • Música
    • Entrevistas
    • Brasil
  • Marcas
    • Mercado
  • Shows
    • Eventos
  • Festivais
    • Rock In Rio
    • Lollapalooza
    • The Town
    • Rock The Mountain
  • Coberturas
  • #MadeByCP
Instagram Youtube Facebook
Search
Close
Entrevistas

ENTREVISTA: Jon Larsen, do Volbeat, fala sobre novo álbum e público brasileiro

Guitarrista fala sobre processo criativo do nono álbum Gods of Angel Trust, a evolução da banda e o sonho de voltar ao Brasil com turnê própria
Alexandre SantosAlexandre Santos7 de junho de 2025
Compartilhe Facebook Twitter WhatsApp Email Telegram

O Volbeat retorna com tudo em Gods of Angel Trust, seu nono álbum de estúdio, lançado no dia 6 de junho de 2025. A faixa que abriu caminho para o novo projeto foi “By a Monster’s Hand”, lançada como single no começo de março. O disco marca uma fase de transformação para a banda dinamarquesa: é o primeiro desde a saída do guitarrista Rob Caggiano, em junho de 2023, e vem após um período em que o vocalista e guitarrista Michael Poulsen passou por uma cirurgia na garganta e ainda lançou um trabalho paralelo com sua banda de death metal, a Asinhell.

Michael definiu o processo de composição de Gods of Angel Trust como um momento de liberdade criativa total, com uma abordagem “vale tudo”. O álbum chegou ao público em diversos formatos, incluindo uma edição deluxe com livro em capa dura e pôster, sendo um verdadeiro presente para os fãs.

Foto: Divulgação

Em entrevista exclusiva ao Conexão POP, o baterista Jon  Larsen detalhou como foi essa retomada intensa da banda. Após serem aconselhados a não fazer turnês em 2024, o grupo decidiu mergulhar na criação de novas músicas. “Ficamos dois meses trabalhando, e já tínhamos dez faixas prontas. Foi tudo muito natural”, conta Jon. Os ensaios foram intensos e as gravações aconteceram no outono passado.

Confira a entrevista completa

Quero começar falando sobre o projeto, que será lançado nas plataformas de streaming na próxima semana. Como foi trabalhar nesse projeto?

Bem, tudo começou basicamente porque nos disseram que, em 2024, não deveríamos fazer turnê nenhuma. Fomos orientados a tirar uma folga das turnês. No início, pensamos: “Mas por quê?”. E aí nos explicaram o motivo, e fez sentido. Mas em vez de ficar só em casa, sem fazer nada, o Michael disse: “Já que não vamos sair em turnê, vamos ver se conseguimos criar algumas coisas novas, músicas novas, e talvez fazer um novo álbum”. E foi basicamente isso que começamos a fazer.

Antes que percebêssemos, já tínhamos as 10 músicas que agora estão no álbum. Isso levou, acho que dois meses, dois meses e meio, e as músicas estavam prontas. Depois fizemos uma pausa no verão e, quando voltamos, ouvimos as músicas — o Michael tinha no celular dele e coisas assim — e pensamos: “Sim, essas são ótimas músicas”. Então começamos a ensaiar intensamente por alguns meses e fomos para o estúdio no outono passado e gravamos as músicas. Agora estamos prontos para lançar esse bebê.

Esse é o nono álbum da banda. Já são mais de 20 anos de carreira. O que mudou no processo criativo ao longo do tempo?

Muitas coisas… ou talvez nem tanto. O processo de criação das músicas basicamente sempre foi o mesmo. Então, não houve mudanças significativas nisso. Talvez a única mudança seja que hoje em dia a gente não improvisa tanto para criar algo novo. Agora, geralmente o Michael já chega com pelo menos metade de uma música pronta, ou até uma música inteira, que ele nos mostra.

Lá atrás, nos primeiros dois álbuns talvez, às vezes ele não tinha nenhuma ideia. Aí ele tocava algo e eu tocava junto. E então ele dizia: “Opa, espera aí, acho que temos algo aqui”. Ou às vezes ele dizia: “Não, isso não deu em nada, vou trabalhar em casa”. Mas acho que essa é a única diferença.

Nunca fomos uma banda que faz um monte de músicas e depois grava demos para ver como soam. Já fizemos demos no passado, mas para este álbum, definitivamente não fizemos nenhuma demo. As músicas simplesmente surgiram, e pronto.

Eu vi uma entrevista em que foi dito que o processo de composição mudou um pouco desta vez. Sem se preocupar muito com verso ou refrão, sem pressão nas composições, como no álbum Servant of the Mind. Isso deixou o processo mais fácil?

Não sei se tornou mais fácil. Eu diria que foi mais um desafio. Foi uma escolha consciente de não pensar demais na estrutura da música. Vamos ver o que acontece.Claro que há músicas neste álbum que ainda têm o grande refrão, os ganchos melódicos, todas essas coisas. Mas também há músicas que não têm isso, que são mais baseadas no riff. Decidimos, por exemplo: “Vamos colocar o riff no banco do motorista desta vez.”

Tem uma das músicas — aquela que eu chamo de “a música do bode” — que não tem realmente um refrão. E isso foi um desafio, porque o Michael disse: “E se a gente não fizer um refrão? Vamos tentar construir a música de modo que, quando o título surgir, isso funcione como um encerramento, e não um refrão”. Foi um pouco desafiador, mas nada que nos fizesse arrancar os cabelos. Tudo veio de forma muito natural, na verdade. Tudo neste álbum é muito natural. E isso é uma coisa boa.

Agora falando sobre a turnê: tem alguma faixa desse novo projeto que vocês estão particularmente empolgados para tocar ao vivo?

Todas elas. Todas mesmo. A ideia é que, ao longo de todo o ciclo da turnê, a gente consiga, no fim, sentar e dizer: “Conseguimos, tocamos todas as 10 músicas ao vivo”. Não no mesmo setlist, claro, isso não vai acontecer. Mas, por agora, acho que ensaiamos cinco ou seis músicas para o começo da turnê. Vamos começar com essas e ir trocando durante a turnê.

E, talvez, uma vez que o álbum esteja lançado e comecemos a ver o que as pessoas estão achando, se muitos começarem a dizer: “Ah, Lonely Feels é a melhor música que já fizeram, eu queria que tocassem ao vivo”, então vamos tocar ao vivo em algum momento. Talvez até antes do que imaginávamos. Se essa for uma daquelas músicas que os fãs enlouquecem, então vamos ensaiar de novo e incluir no set. Mas a ideia é realmente tocar todas as 10 músicas durante a turnê.

Vocês já vieram ao Brasil duas vezes. Tocaram no Lollapalooza e, mais recentemente, abriram para o Iron Maiden. Sentem uma energia diferente do público brasileiro?

É um público muito, muito, muito apaixonado. A gente já tinha ouvido histórias, já tinha visto vídeos, as pessoas na América do Sul em geral cantam todas as músicas, cada palavra, até os riffs, não só a letra. Mas vivenciar isso pessoalmente é realmente algo impressionante.

Foto: Volbeat no Lollapalooza (Omelete)

E sem dúvida, posso dizer com certeza que os públicos da América do Sul são extremamente apaixonados. É uma coisa quase insana. Muito alto também. Muito barulhento. Mas a gente gosta disso. Afinal, todos nós já somos meio surdos mesmo. Então é bom que cantem junto. Não existe público como o do Brasil ou da América do Sul. Definitivamente não. São únicos, com certeza.

Antes de começar a entrevista, eu li muitos comentários no Instagram da banda, com fãs perguntando se vocês vão voltar ao Brasil. Há datas agendadas pela América do Norte e Europa. Há alguma chance de vocês virem ao Brasil com essa nova turnê no ano que vem?

Esperamos que sim. Eu ainda não sei quais são os planos para o ano que vem, mas adoraríamos voltar, com certeza. Gostaríamos muito de voltar e fazer nossos próprios shows. É ótimo tocar em festivais, porque há uma variedade de públicos, mas seria ótimo voltar e fazer shows solo no Brasil, com certeza. Seria bom ver a banda em shows próprios… mas também seria bom ver o Lolla de novo.

brasil conexão pop entrevista Gods of Angel Trust Jon Larsen lançamento rock dinamarquês tour 2025 Volbeat
Alexandre Santos
  • X (Twitter)
  • Instagram

Tenho 25 anos, sou repórter, publicitário e obcecado pela cultura pop.

LEIA TAMBÉM

AC/DC no Brasil: possível setlist reacende expectativa para shows em São Paulo

24 de fevereiro de 2026

Rosalía fala sobre o Brasil em entrevista para Vogue e revela o amor pela cultura e música do país

10 de fevereiro de 2026

Skol lança primeira cerveja do Brasil com zero álcool e zero açúcar

10 de fevereiro de 2026
NÃO PERCA
Marcas

Rennova Care propõe rituais de bem-estar para transformar a jornada da mulher

By Alexandre Santos6 de março de 2026

Lollapalooza Brasil 2026 terá metrô 24 horas; confira o esquema de transporte

5 de março de 2026

Festival Movimento Cidade revela Duquesa como convidada no show exclusivo “Budah Convida”

4 de março de 2026

“Golden”, de Guerreiras do K-pop, pode bater recordes históricos no Oscar

4 de março de 2026
  • sobre
  • Fale conosco
  • publicidade
  • política de privacidade

Copyright © 2016-2025 Conexão POP

Instagram Youtube Facebook

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.