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Primeiras críticas de Confessions II elogiam Madonna: “Seu melhor álbum em 20 anos”

Faltando poucos dias para o lançamento de Confessions II, Madonna já tem outro motivo para comemorar. As primeiras críticas do álbum começaram a ser publicadas pela imprensa internacional e o consenso é bastante positivo: para muitos veículos, este é o melhor trabalho da cantora em cerca de duas décadas.

O 15º álbum de estúdio da Rainha do Pop chega às plataformas nesta sexta-feira (3) e marca um momento inédito em sua discografia ao funcionar como uma sequência direta de Confessions on a Dance Floor, lançado em 2005.

Entre os maiores elogios está o retorno de Madonna às pistas de dança, sem deixar de lado reflexões mais pessoais. O projeto também abandona o formato tradicional de videoclipes e aposta em um curta-metragem conceitual, que reúne participações de Sabrina Carpenter, Feid, Benedict Cumberbatch, Kate Moss, João Pedro e Lourdes Maria, filha da artista.

O The Independent deu quatro estrelas ao disco e afirmou que “isso resulta em sua melhor música em 20 anos”. Já o The Guardian, também com quatro estrelas, destacou que, mesmo sem repetir o impacto de Hung Up, “é inequivocamente o melhor álbum de Madonna desde Confessions on a Dance Floor.”

A BBC News foi além e escreveu: “Isto é o mais perto que chegamos de ouvir a verdadeira Madonna desde Ray of Light.” Para a NME, o álbum mostra que a cantora continua profundamente conectada à música eletrônica. “Ao extrair de seu passado, tanto pessoal quanto musicalmente, Madonna fez seu álbum mais vital em mais de duas décadas. Esta grande dama ainda sabe como nos fazer mover.”

O The Times elogiou a forma como o disco revisita a identidade artística da cantora. “Confessions II não é um álbum perfeito, mas seus pontos altos são fantásticos e surpreendentemente profundos.”

Já o The Telegraph destacou o lado mais emocional da reta final do projeto. “As cinco faixas de encerramento oferecem reflexões surpreendentemente íntimas. A rainha da dança deixa claro que não está prestes a abdicar por vontade própria.” Enquanto isso, o iNews apontou que o álbum desafia expectativas sobre mulheres na música. “Com seus ritmos pulsantes e clamores por liberdade, Madonna continua fazendo algo radical aos 68 anos.”

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