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Como Bad Bunny transformou o Allianz Parque em um pedaço de Porto Rico na sua primeira passagem pelo Brasil

No momento mais grandioso da sua trajetória, o artista consolidou sua força no mercado brasileiro e escreveu um novo capítulo da música latina no país.
Gustavo CaribeGustavo Caribe22 de fevereiro de 2026
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Foto: Clayton Felizardo/Brazil News

“Não sabia o que esperar, não sabia que teria tanta gente linda aqui”, disse o artista porto-riquenho que arrastou milhares de pessoas para o primeiro show em São Paulo.

A vinda do Bad Bunny ao Brasil para a turnê “Debí Tirar Más Fotos World Tour” foi muito mais que um show. Foi um encontro de culturas, uma forma de mostrar que a identidade latina é forte por aqui. No Allianz Parque, o artista de Porto Rico não só cantou, mas fez uma grande festa que juntou milhares de pessoas. Brasileiros e fãs de toda a América Latina celebraram juntos uma história que é de todos.

O Brasil descobriu sua alma latina

Por muito tempo, o Brasil, com seu tamanho e sua língua diferente, parecia um pouco separado do resto da América Latina. Mas a energia do Bad Bunny no palco e a resposta animada do público de São Paulo mostraram que não é bem assim. O show foi como um espelho, onde o Brasil se viu como parte de um grupo que sente, dança e se emociona junto. Benito, com seu jeito especial e falando em português, tocou fundo nessa história, transformando o Allianz Parque em um pedacinho de San Juan.

Foto: AP Photo/Andre Penner

O show do Bad Bunny foi uma prova de que a arte pode ser divertida e, ao mesmo tempo, fazer a gente pensar. A estrutura do palco, igual à dos grandes shows pelo mundo, com telões enormes e efeitos visuais incríveis, fez todo mundo se sentir dentro da festa. Mas o que mais chamou a atenção foi a “La Casita”, uma réplica de uma casa de Porto Rico. Ela quebrou barreiras, convidando fãs para dançar perto do artista, misturando o perreo com o funk brasileiro.

Além da alegria, teve espaço para a reflexão. Músicas como “El Apagón” falaram sobre problemas sociais e políticos de Porto Rico, lembrando que a felicidade latina muitas vezes vem da luta. A homenagem a Pelé, com o uso de um casaco histórico do Rei do Futebol , e a camisa antiga da Seleção Brasileira , foram gestos que uniram culturas. Isso mostrou que a música do Bad Bunny liga diferentes jeitos de ser latino.

O que o Benito deixou no Brasil

No fim de cada noite, com os fogos de artifício no céu de São Paulo e a música “Callaíta” tocando, ficou claro que Bad Bunny fez mais que shows. Ele construiu uma ponte, uma ligação forte entre o Brasil e o resto da América Latina. Ele provou que a música é uma ferramenta poderosa para mostrar quem somos e para nos unir. A ideia de guardar o celular e viver o momento, como Benito pediu durante “DTMF”, resumiu o que foi essa noite. Uma noite em que o Brasil finalmente entendeu que sempre foi latino, e que essa latinidade é algo para ter orgulho e celebrar.

Setlist Bad Bunny em São Paulo

  1. “LA MuDANZA”
  2. “Callaíta”
  3. “PIToRRO DE COCO”
  4. “WELTiTA” (com Chuwi)
  5. “TURiSTA”
  6. “BAILE INoLVIDABLE”
  7. “NUEVAYoL”
  8. “VeLDÁ”
  9. “Tití me preguntó”
  10. “Neverita”
  11. “Si veo a tu mamá”
  12. “VOY A LLeVARTE PA PR”
  13. “Me porto bonito”
  14. “No me conoce”
  15. “Bichiyal”
  16. “Yo perreo sola”
  17. “Efecto”
  18. “Safaera”
  19. “Diles”
  20. “MONACO”
  21. “Vete” (música exclusiva)
  22. “CAFé CON RON”
  23. “Mas que nada” (música de Jorge Ben Jor) (performance de Los Pleneros de la Cresta)
  24. “Ojitos lindos”
  25. “La canción”
  26. “KLOuFRENS”
  27. “DÁKITI”
  28. “El apagón”
  29. “DtMF”
  30. “EoO”
bad bunny Bad Bunny SP Benito DeBÍ TiRAR MáS FOToS
Gustavo Caribe

Entre um refrão da SZA, um drop do Travis Scott respiro música, cultura e audiovisual. Escrevo como quem vive o som, a tela e o feed ao mesmo tempo.

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