Um clipe inédito de Anitta apareceu do nada nas plataformas digitais nesta semana, e a cantora foi rápida em esclarecer o que aconteceu. O vídeo de “Tá na Mira”, que estava engavetado desde 2013, foi lançado sem qualquer autorização dela por sua antiga gravadora Warner Records, e Anitta usou o X para se pronunciar diretamente com os fãs.
“Queridos, eu não lancei nenhum clipe hoje. Qualquer coisa que tenha saído na internet foi vazado sem minha autorização por pessoas que já não fazem parte da minha equipe há tempos, e agora vocês podem entender um pedacinho do porquê”, escreveu a cantora.
Assista o clipe abaixo.
🚨Veja o clipe de "Tá na mira" engavetado pela Anitta por 12 anos.pic.twitter.com/G2Cq2n7fgf
— Anitta Crave (@AnittaCrave) March 13, 2026
A publicação gerou dúvidas imediatas entre os fãs. Um seguidor questionou como alguém que não faz mais parte da equipe teria acesso para publicar conteúdo nas plataformas de streaming da artista, e Anitta foi direta: não sabe responder. A cantora redirecionou a pergunta para a Warner Music Brasil, sua gravadora na época da gravação do clipe e detentora dos direitos sobre a música.
“Qualquer dúvida podem perguntar pra @WarnerMusicBR, que era minha gravadora na época e tem os direitos sobre essa música. Também adoraria entender mais sobre o ocorrido”, completou Anitta.
O episódio levanta questões sérias sobre acesso a contas e plataformas digitais de artistas, além de acender um alerta sobre o que pode acontecer quando ex-integrantes de equipes mantêm credenciais ativas por mais tempo do que deveriam.
Por que o clipe de “Tá na Mira” da Anitta foi engavetado?
O clipe foi gravado em 2013 para integrar a fase inicial da carreira de Anitta e faria parte da divulgação do seu álbum de estreia, lançado pela Warner Music. Apesar do sucesso da música na época, o vídeo nunca chegou a ser lançado oficialmente.
O motivo ficou claro com o tempo: em participação no PodCats, em 2021, a própria cantora descreveu o clipe como “tenebroso e cafona” e disse que foi obrigada a gravá-lo. O material ficou guardado por mais de dez anos até aparecer nas plataformas sem aviso.
