A BIS apresentou sua nova campanha publicitária, “A-BIS-olvição”, que aposta no humor para retratar situações comuns entre os fãs do tradicional wafer coberto com chocolate. Desenvolvida pela agência DAVID, a iniciativa parte de um comportamento conhecido dos consumidores: a dificuldade de resistir a “só mais um BIS”.
Inspirada no universo dos julgamentos, a campanha transforma pequenos “delitos” do cotidiano — como comer o último chocolate da caixa, esconder alguns para depois ou interromper a divisão entre amigos — em histórias leves, nas quais os personagens acabam recebendo sua “A-BIS-olvição”.
A proposta reforça o posicionamento da marca com a assinatura “BIS. O nome já diz”, destacando hábitos que acompanham gerações de consumidores.
“Nossa ideia foi transformar um comportamento que já faz parte da cultura de consumo de BIS em um território proprietário para a marca. ‘A-BIS-olvição’ celebra situações que todo mundo reconhece, sempre com muito humor”, afirma Ana Musso, gerente sênior de Marketing de BIS na Mondelēz Brasil.
Os filmes da campanha mostram diferentes situações. Em um deles, funcionárias do setor de Recursos Humanos distribuem BIS para comemorar uma conquista da equipe, mas acabam cedendo à tentação e comendo os chocolates destinados aos colegas. Em outro, um estudante intercepta o BIS que seria entregue a um colega durante a aula. Em ambos os casos, todos acabam “absolvidos”, reforçando a ideia de que, quando o assunto é BIS, esses deslizes são facilmente perdoados.
Segundo Fabio Natan, diretor de criação de BIS na DAVID, a campanha busca retratar momentos que fazem parte da experiência dos consumidores com a marca.
“Entendemos que a vontade de comer mais um BIS pode acontecer. A campanha retrata essas histórias inspiradas em situações que muita gente já vivenciou com a marca, sempre de forma leve e bem-humorada.”
Além dos filmes, “A-BIS-olvição” contará com uma estratégia de comunicação 360°. A campanha estará presente nas redes sociais com criadores de conteúdo interpretando situações inspiradas nesses “pequenos delitos”, além de peças de mídia out of home (OOH) espalhadas pelas cidades para ampliar a conversa com o público.
