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Artistas estão gastando mais do que ganham em apresentações no The Town; entenda

Pedro Sampaio no The Town 2025 (Foto: Lucas Ramos / Brazil News)

Quando Pedro Sampaio subiu ao palco do The Town 2025, em São Paulo, o público não fazia ideia do tamanho do investimento por trás daquela apresentação. O DJ, conhecido por unir pop, funk e muita pirotecnia, revelou em entrevista a um portal brasileiro que o custo do show foi seis vezes maior do que o cachê pago pelo festival. E mesmo sem abrir o valor exato, deixou claro: os milhões gastos foram por escolha. “Para mim não é sobre o valor, é sobre entregar a experiência que eu sonhei para o público.”

E foi exatamente isso que aconteceu. Com direito a cinco plataformas motorizadas que subiam e desciam no palco, efeitos visuais, corpo de balé ampliado, som de primeira e engenharia vinda da Argentina, Pedro fez o show mais caro da carreira e também um dos mais comentados da edição.

Ludmilla no The Town 2025 (Foto: Lucas Ramos / Brazil News)

Ludmilla, outro nome que brilhou no Autódromo de Interlagos, também apostou alto. A cantora, que prepara um novo álbum dedicado ao R&B ainda para este ano, transformou o palco em uma prévia do que vem por aí. Ela revelou que o projeto já deveria ter sido lançado, mas mudanças de roteiro (boas, segundo ela) fizeram com que o show servisse como um aquecimento. E que aquecimento: teve melodias suaves, releituras de hits em clima soul e até uma participação internacional de peso, a americana Victoria Monét subiu ao palco para cantar Cam Girl, faixa do próximo disco.

“É um investimento muito, muito alto, tanto de dinheiro quanto de energia e preocupação”, disse Ludmilla. Para ela, fazer um show desse porte vai além da visibilidade. É também realização pessoal. “Eu cresci assistindo a grandes shows de artistas de quem sou muito fã. Agora que as coisas melhoraram para mim, aí é que eu faço mesmo”, afirmou, com brilho nos olhos.

O investimento é maior que o cachê

Pedro Sampaio no The Town 2025 (Foto: Lucas Ramos / Brazil News)

Esses investimentos milionários feitos por artistas brasileiros em festivais como o The Town e o Rock in Rio, mesmo que não retornem diretamente via cachê, rendem frutos mais importantes: visibilidade, novas parcerias com marcas e, principalmente, construção de imagem. Como bem pontuou Pedro Sampaio, “é um investimento na minha carreira, não em um único show. O retorno vem no impacto que fica para o público.”

E a estratégia tem dado certo. Basta olhar para as redes sociais, os memes, os elogios e o fato de que o nome dos dois artistas hoje é sinônimo de show grandioso. Em tempos de imagem valendo tanto quanto música, saber investir no espetáculo virou parte do jogo.

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