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Originais

Os EUA já fizeram seu ‘Super Bowl da Copa’ em 1994 com Whitney Houston e Diana Ross, agora voltam com Shakira, BTS e Anitta

Com mega estrelas, shows espalhados pelas cidades-sede e apresentações históricas, os Estados Unidos repetem em 2026 uma fórmula que já havia transformado a Copa de 1994 em um espetáculo global além do futebol
João Vitor TrindadeJoão Vitor Trindade15 de maio de 2026
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Foto: Reprodução
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Quando a FIFA anunciou os artistas da Copa do Mundo de 2026, muita gente reagiu como se o torneio estivesse entrando agora em uma “nova era” do entretenimento.

Mas existe um detalhe curioso nessa história: os Estados Unidos já haviam feito exatamente isso há mais de 30 anos.

Na Copa de 1994, o país já transformava o Mundial em um enorme espetáculo musical, reunindo divas do pop, artistas espalhados pelas cidades-sede, apresentações históricas e até momentos que se tornaram memes antes mesmo da era das redes sociais.

Agora, em 2026, os americanos repetem a fórmula, só que em escala ainda maior.

A line-up de 2026: FIFA aposta em modelo de “Super Bowl global”

A Copa de 2026 será a primeira da história com três países-sede Estados Unidos, México e Canadá e também a primeira a apostar oficialmente em múltiplas cerimônias de abertura e até em um show de intervalo na final, inspirado diretamente no Super Bowl.

Entre os principais nomes confirmados para as apresentações estão:

  • Shakira
  • Burna Boy
  • Katy Perry
  • Anitta
  • LISA
  • Future
  • Rema
  • Tyla
  • J Balvin
  • Michael Bublé
  • Alanis Morissette
  • Alessia Cara
  • Belinda
  • Los Ángeles Azules
  • Maná
  • Alejandro Fernández
  • Madonna
  • BTS

A FIFA também confirmou que Shakira lançará o hino oficial da Copa de 2026 ao lado de Burna Boy.

Já a final terá algo inédito na história do Mundial: um show oficial de intervalo no estilo Super Bowl, com apresentações de Madonna, Shakira e BTS. Nos Estados Unidos, a abertura em Los Angeles promete um grande espetáculo pop com Katy Perry, Future, Anitta, LISA, Rema e Tyla.

O México apostará em artistas latinos como Maná, J Balvin, Belinda, Los Ángeles Azules e Alejandro Fernández.

Enquanto isso, o Canadá destacará artistas locais como Michael Bublé, Alanis Morissette e Alessia Cara.

Mas em 1994 os EUA já haviam criado essa fórmula

Embora hoje tudo pareça moderno por causa das redes sociais e dos mega festivais, a verdade é que os Estados Unidos já haviam desenhado praticamente esse mesmo modelo em 1994.

A abertura da Copa aconteceu no Soldier Field, em Chicago, antes da partida entre Alemanha e Bolívia. A principal atração foi Diana Ross.

E o momento entrou para a história. Ao final da apresentação, a cantora deveria cobrar um pênalti cenográfico para simbolizar o “soccer” americano. O problema é que Diana Ross chutou muito longe do gol.

Mesmo assim, a trave se partiu ao meio como planejado pela produção. O resultado virou um dos momentos mais icônicos, engraçados e inesquecíveis das cerimônias de abertura da Copa do Mundo.

Diana Ross errando o penaulti. Foto: Reprodução

Além dela, participaram da abertura Daryl Hall, o grupo Sound of Blackness e Jon Secada. A cerimônia ainda contou com desfile das seleções participantes e discursos do então presidente da FIFA, João Havelange, e do presidente dos EUA, Bill Clinton.

Uma Copa tomada pela música

Mas o mais impressionante era a dimensão musical espalhada pelo país. Em Nova York, a estrela escolhida foi Liza Minnelli. Em São Francisco recebeu shows de Santana, Clarence Clemons e integrantes do Grateful Dead. Boston teve apresentações do grupo The B-52s.

Los Angeles praticamente virou um festival paralelo, recebendo Garth Brooks, Linda Ronstadt, Gipsy Kings e o violinista Itzhak Perlman.

E ainda havia os lendários “Três Tenores”: Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras, que repetiram nos Estados Unidos o concerto histórico que havia emocionado o mundo na Copa de 1990.

Foi um dos momentos que ajudaram a transformar a Copa do Mundo em um evento cultural global e não apenas esportivo.

Whitney Houston, Pelé e um dos momentos mais simbólicos das Copas

O encerramento da Copa de 1994 também entrou para a história. Antes da final entre Brasil e Itália, no Rose Bowl, em Pasadena, Whitney Houston realizou uma das apresentações mais marcantes já vistas em um Mundial.

Ao lado de Pelé, a cantora protagonizou uma das imagens mais simbólicas daquela Copa. Pouco depois, o Brasil conquistaria o tetracampeonato mundial nos pênaltis.

17 July 1994, Los Angeles – 1994 FIFA World Cup – Brazil v Italy – Pele runs out with Whitney Houston before her performance. (Photo by Mark Leech/Offside via Getty Images)

Enquanto a partida ficou marcada pela tensão, quem “deu show” naquela tarde foi Whitney Houston.

De Pelé em 1994 a Anitta em 2026: vem aí outra “pé quente” brasileira?

Existe ainda uma coincidência curiosa que já começou a movimentar os torcedores brasileiros. Na Copa de 1994, Pelé participou do grande momento musical do encerramento e horas depois o Brasil conquistou o tetra.

The world’s game reaches its biggest stage in the USA 🇺🇸

The United States takes centre stage as football, music, and culture ignite the #FIFAWorldCup 🏆🎶🎆

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) May 9, 2026

Agora, em 2026, quem representará o Brasil nos palcos da Copa será Anitta. E muitos fãs já brincam nas redes sociais com a fama de “pé quente” da cantora em grandes eventos esportivos.

Nos últimos anos, Anitta participou de apresentações ligadas à Copa América, aos Jogos Olímpicos e também do show da Libertadores , eventos cercados por momentos de vitórias brasileiras.

Por isso, a comparação já começou:

Em 1994, Pelé apareceu no palco da Copa e o Brasil foi campeão. Em 2026, quem sobe ao palco é Anitta.

Será que vem aí outro capítulo “pé quente” para a Seleção Brasileira?

João Vitor Trindade
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Nascido em 2003 na cidade de São José dos Campos, estudante de jornalismo na Univap. Apaixonado por música, filme, teatro e tudo que envolva cultura, dedica-se também à fotografia. É escoteiro e atua em diversos projetos voluntários, experiências que enriquecem para ele é um dos pontos que o motivam na carreira jornalística.

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