A Johnnie Walker decidiu dar um passo além no universo da música. E o pontapé inicial foi no The Town, com a ativação “Passos que mudam o ritmo do mundo” provocou os sentidos: o público experimenta o whisky, mas é convidado também a sentir o ritmo, transformar movimento em música, e viver uma experiência que mistura som, sabor e sensações. Para entender o que há por trás dessa estratégia, conversei com Giane Anesi, Senior Brand Manager da marca de whiskey no Brasil.
“Foi uma delícia criar essa ativação”, conta Giane. Ela explica que o projeto foi pensado como uma imersão completa: o visitante escolhe seus passos, que são transformados em uma trilha inédita ali, na hora, por um beatmaker. Tudo isso enquanto saboreia um drink exclusivo preparado especialmente para a experiência. “A ideia era criar essa conexão real entre degustar um bom whisky e viver a música que está sendo criada naquele exato momento. É uma experiência sensorial inédita”, resume.
A ativação

O stand da Johnnie Walker no The Town ganhou vida com sessões de aproximadamente 20 minutos para grupos de até 15 pessoas, em que os participantes escolhem passos de dança como movimentos icônicos ou estilos que marcaram épocas e veem esses passos transformados em batidas ao vivo. Os visitantes degustam drinks exclusivos preparados especialmente para a ocasião. Como brinde, ganham itens comemorativos como pins ou capas personalizadas de tênis.
Giane deixa claro que essa ativação vai muito além do entretenimento puro e simples. “A gente fala muito sobre Keep Walking, que é o propósito da marca. E isso fala sobre progresso, sobre seguir em frente, dar um passo de cada vez com audácia, em busca de uma vida mais plena”, diz, reforçando o quanto essa filosofia se conecta com a música, que também é movimento, transformação, cultura em constante evolução.
Ela também destaca como a marca tem apostado na mistura de gerações para contar essa história. “A Alaíde Costa mudou o mundo com a bossa nova, e continua sendo uma referência. Ao mesmo tempo, estamos conectados com a modernidade, como mostra nossa nova parceria global com a Sabrina Carpenter”, explica. “Esse equilíbrio entre quem já transformou o mundo e quem está moldando os novos ritmos traduz exatamente o que queremos mostrar. Estar nos festivais é viver esse momento da verdade, onde as pessoas descobrem novas formas de consumo, novas formas de sentir, ouvir e experimentar.”
Próximos passos e ativações
Quando pergunto sobre os próximos passos, Giane admite que há mais por vir, embora nem tudo esteja definido. “Com certeza em muitos festivais a gente ainda vai estar presente. Estamos ainda em negociação, a gente não pode abrir muito sobre próximas edições, mas com certeza esse é um território que veio para ficar para a marca e pra gente continua sendo parte do cerne da nossa construção.”
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