Alok fez o maior show de sua carreira neste sábado (29), na Arena Mercado Livre Pacaembu, e apresentou ao público o manifesto audiovisual “KEEP ART HUMAN”. O projeto, que mistura arte, tecnologia e uma reflexão sobre o futuro das relações humanas com a inteligência artificial, foi descrito como disruptivo e emocionante, com visões distópicas sobre o futuro e o papel da criatividade humana em meio à automação.

Com participações especiais de Gilberto Gil, Zeeba e artistas indígenas como Célia Xakriabá, Mapu Huni Kuin e Owerá, o show ainda contou com 1080 drones sincronizados com luzes, lasers e projeções. Em um dos momentos mais impactantes, os drones desenharam um rosto humano e um coração pulsante no céu de São Paulo, enquanto Alok declarava: “Code can’t replace.”
Gilberto Gil dividiu o palco com Alok para uma releitura inédita ao vivo de “Tempo Rei” e “Palco”, enquanto Zeeba emocionou com “Ocean” ao piano e hits como “Hear Me Now” e “Big Jet Plane”. Já o bloco indígena trouxe a potência de um Brasil ancestral com a mensagem de que “O futuro é ancestral”.

O show marcou também o lançamento do projeto ambiental Floresta AUREA, que restaurará 12 hectares de Mata Atlântica em São Paulo, com uso de mudas e drones de semeadura. A iniciativa, carbono zero, é apoiada por Banco do Brasil, Estrella Galicia, Vivo e executada pelo Instituto Alok e a SOS Mata Atlântica.

Com produção impecável e mensagens como “Art Needs Soul” e “No Soul, No Art”, o show foi um convite à reflexão, propondo que a tecnologia esteja a serviço da vida, da cultura e da consciência. Ainda em 2025, o KEEP ART HUMAN vai atravessar fronteiras, com apresentações previstas na Itália e Romênia.
